Notícias de Águas Claras

Agora vamos falar um pouquinho sobre as coisas boas de nossa cidade. Quem não gosta de um bolo quentinho no café da manhã? ou no lanche da tarde ou para receber as visitas em casa...

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O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) obteve mais uma decisão favorável, em ação civil pública (ACP), que visa melhorias na Região Administrativa de Águas Claras. Nessa segunda-feira, dia 25, a Vara do Meio Ambiente acolheu o pedido de tutela de urgência contido na ACP, ajuizada pela Promotoria de Justiça de Meio Ambiente e Patrimônio Cultural (Prodema),para impor ao Distrito Federal e à Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap) a obrigação de criar e implantar o Parque Central e o Parque Sul da cidade, além de proibir o parcelamento urbano na área sugerida para o Parque Linear. Ao Instituto Brasília Ambiental (Ibram), que também é réu na ação, caberá a elaboração de estudos de viabilidade e adequação ambiental e a gestão dos futuros parques em Águas Claras.

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Com a decisão, o DF e Terracap ficam proibidos de parcelar ou alienar unidades imobiliárias na área proposta para a criação do Parque Linear, adjacente às quadras 200. Atualmente, a área é ocupada pelas linhas de transmissão de energia elétrica. Os réus também deverão zelar pela preservação do local, evitando invasões ou outras tentativas de uso privativo do solo.

O Ibram ficará responsável pelas ações necessárias à criação e implantação do Parque Central e do Parque Sul. A autarquia deverá comprovar, no prazo de um ano, a realização dos atos necessários para o fim referido, sob pena de configuração de improbidade administrativa dos agentes competentes.

O magistrado também determinou a designação de uma audiência de conciliação entre as partes, com a participação da Associação de Moradores e Amigos de Águas Claras (Amaac), que passará a atuar como interessada na causa, na condição de amicus curiae. Outras associações de moradores, conselhos comunitários ou entidades de defesa do meio ambiente que tenham interesse direto ou reflexo na causa em questão e que desejem cooperar com o processo também poderão participar.

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Parques – O projeto original de Águas Claras previa a instalação do Parque Central, localizado junto à estação principal do metrô, do Parque Sul e do Parque Ecológico de Águas Claras. Desses, apenas o último foi implantado. A ACP tem como objetivo obrigar a implantação dos outros dois, que nunca saíram do papel. E, como forma de compensação ambiental, tendo em vista a supressão de áreas verdes na RA de Águas Claras, a Prodema requer a criação de um Parque Linear ou, como alternativa, uma Unidade de Conservação próxima. O Parque Linear visa a criação de um parque novo não previsto originalmente, mas que se torna necessário para a melhoria da sustentabilidade na densa cidade de Águas Claras.

Processo: 2015.01.1.015361-7

 

A DECISÃO DO TJDFT

 

Circunscrição :1 - BRASILIA

Processo :2015.01.1.015361-7
Vara : 2101 - VARA DE MEIO AMBIENTE, DESENVOLVIMENTO URBANO E FUNDIARIO DO DISTRITO FEDERAL

DECISÃO 

O NCPC consagra, em definitivo, a figura do amicus curiae, de especial utilidade em causas versando interesses de especial relevância jurídica ou social, nestes termos:
Art. 138. O juiz ou o relator, considerando a relevância da matéria, a especificidade do tema objeto da demanda ou a repercussão social da controvérsia, poderá, por decisão irrecorrível, de ofício ou a requerimento das partes ou de quem pretenda manifestar-se, solicitar ou admitir a participação de pessoa natural ou jurídica, órgão ou entidade especializada, com representatividade adequada, no prazo de 15 (quinze) dias de sua intimação.
§ 1o A intervenção de que trata o caput não implica alteração de competência nem autoriza a interposição de recursos, ressalvadas a oposição de embargos de declaração e a hipótese do § 3o.
§ 2o Caberá ao juiz ou ao relator, na decisão que solicitar ou admitir a intervenção, definir os poderes do amicus curiae.
§ 3o O amicus curiae pode recorrer da decisão que julgar o incidente de resolução de demandas repetitivas.
Embora não esteja previsto expressamente na sistemática do CPC/73, ainda em vigor em meio a "vacatio legis" do novo estatuto, o "amicus curiae" é perfeitamente compatível com o atual procedimento da ação civil pública, mormente porque é instrumento integrante do modelo constitucional de processo preconizado por Dinamarco (Instituições de Direito Processual Civil, I. São Paulo: Malheiros). Neste modelo, em que o processo, especialmente o processo coletivo, opera como microcosmo do estado democrático de direito, o princípio contraditório assume amplitude bem maior que a que se continha no modelo de processo autoritário desenhado no Código de 1973.
Com efeito, o contraditório no modelo constitucional de processo assume relevo e feição distintos, para sublinhar o princípio da cooperação, que prestigia o direito de setores mais amplos da sociedade de intervirem no processo visando influir na decisão judicial em perspectiva. 
"Se o princípio do contraditório quer significar o que, acima, já salientamos que ele significa, é nesse ambiente, que deriva diretamente, repetimos, da Constituição - e de forma expressa -, que nos postamos para analisar a figura do amicus curiae. A falta de uma norma jurídica que reconheça essa figura no direito brasileiro, de forma expressa, assim, é o que menos importa. Se o juiz é agente do Estado, se o processo deriva do modelo político do Estado, se o juiz, diante do fato, deve decidir, não há como deixar de destacar que haja - que possa haver, pelo menos - alguém, um 'sujeito processual', que aja nesse plano, acrescentando ao debate jurisdicional valores dispersos no próprio Estado ou na sociedade civil. Sobretudo quando a característica mais marcante da 'norma juridica' a se aplicar em cada caso concreto busca capturar, de forma cada vez mais consciente e generalizada, a dispersão daqueles mesmos valores. Sobretudo quando a 'norma jurídica aplicada ao caso concreto' passa a pretender surtir efeitos para fora do processo em direção a todos aqueles que não participaram do processo. Mais do que nunca, tem-se consciência da necessidade de o juiz aproximar-se do fato social para bem decidir, decidi-lo como um todo e não como pequena parte, dissociada de seu contexto mais amplo. É o papel do juiz cada vez mais próximo do legislador. É o dever de ele se legitimar perante a sociedade e perante as múltiplas atuações e funções do próprio Estado" (BUENO, Cassio Scarpinella. Amicus curiae no processo civil brasileiro: um terceiro enigmático. São Paulo: Saraiva, 2008, pp. 80/81).
O objeto da presente demanda é de elevadíssimo interesse social, sobretudo para a comunidade de residentes na região de Águas Claras: discute-se aqui a destinação de áreas abertas, a serem pretensamente dedicadas a parques ou praças, numa cidade densamente tomada pelo concreto. Neste descortino, o debate contido nos autos é de evidente interesse dos integrantes da associação de moradores que postulam sua admissão na petição precedente, razão porque aquela instrituição deverá ser acolhida nos autos, como "amicus curiae". 
Enfoco o pedido de tutela de urgência posto na inicial.
Em que pese a aparência de bom direito na postulação voltada à exigência de respeito ao projeto de criação dos parques referidos na inicial, no paliteiro de concreto que se tornou a cidade de Águas Claras, a aferição da suficiência do prazo de um ano para os atos mencionados nos itens 1 e 2 do pedido (fl. 22) impõe maior ponderação de elementos que normalmente são deixados à atividade discricionária típica da Administração, sobretudo pela necessidade de destinação e gestão dos recursos financeiros para a implementação dos vários atos. Ademais, para a implementação dos parques, será necessária a conclusão de vários estudos, inclusive dos que foram referidos no item 4 do pedido de liminar, não sendo razoável conferir o mesmo prazo para os atos que deverão ser praticados em sequência.
Não obstante, o pedido contido no item 3 clama por atendimento, senão vejamos. Reconheço a aparência de bom direito na pretensão de destinação da área referida na inicial à implementação do parque que seria compatível com o projeto urbanístico que alterou a destinação da região para receber o zoneamento residencial. Dado que o art. 182 da Constituição Federal firma, como diretriz da política urbana nacional, a preocupação com o bem-estar dos habitantes da cidade, é evidente que o resgate de espaços abertos para o uso comum do povo, sobretudo parques e áreas de lazer, atendem à diretriz constitucional, ao mesmo tempo em que limita, ainda que com atraso, o avanço das construções sobre todos os espaços disponíveis em Águas Claras, cidade que, em sua configuração atual, já se apresenta como uma região sufocante, com anormal densidade de edificações. Cidades devem ser feitas para as pessoas, e não para o dinheiro. Pessoas que vivem em comunidade têm necessidades de interação, lazer, saúde e de um contato mínimo com a natureza, aspirações que são atendidas pela destinação de espaços abertos, tais como parques e praças. Além da aparência de bom direito, a postulação do item 3 é ameaçada por evidente periculum in mora, consistente na pressão pela ocupação ou utilização da área para fins de edificação, como é a praxe naquela cidade, que tem crescido exclusivamente ao ritmo dos interesses pecuniários da especulação imobiliária.
Há também aparência de bom direito na pretensão de exigir do IBRAM a realização de atos que, afinal, integram suas atribuições regulares. O periculum in mora é o mesmo referido acima, ou seja, o atraso na consecução das obrigações de fazer referidas pelo autor, na implementação dos espaços de uso comum, atrai o risco de redução das áreas passíveis de destinação aos espaços abertos e de reserva ecológica, numa região dominada pela pressão dos interesses econômicos de construtoras.
Sobre a legitimidade do tema contido nesta demanda ser perseguido pelo Ministério Público em ação civil pública, inclusive com a pretensão liminar, confira-se a orientação da melhor doutrina:
"A ação civil pública surgiu em 1985 e já mostrou que é um eficiente instrumento de prevenção e de reparação do dano ambiental. a Lei 7.347, de 24.7.1985, pressupõe - em cada cidade - um Ministério Público adestrado, não omisso, e livre de amarras frente aos interesses locais 'pequenos'. O promotor de justiça haverá de ser o guardião das praças e dos espaços livres de uma comunidade. O título de 'curador do meio ambiente' não pode ficar como ornamento, pois, o 'curador' tem sua origem no século XV como 'pessoa que tem, por incumbência legal ou judicial, a função de zelar pelos bens e interesses dos que por si não o possam fazer'. Ora, o promotor de justiça intervém para defender as praças e os espaços livres não porque os cidadãos não o possam fazer, mas pelo vulto do interesse social existente e, também, pela presença de forças poderosas trabalhando contra os bens de uso comum do povo. Para isso, é indispensável que o Ministério Público tenha claras garantias constitucionais.
(...)
As medidas liminares serão de grande utilidade para evitar a consumação do dano às praças e aos espaços livres. Na ação civil pública, tanto a obrigação de não fazer como a obrigação de fazer representam instrumentos valiosos para se tentar obstaculizar o desvio de finalidade, como para se procurar reconstituir o bem lesado". (MACHADO, Paulo Affonso Leme. Direito Ambiental Brasileiro. São Paulo: Malheiros, 2015, pp. 498/499).
Em face do exposto:
i) Admito o ingresso da Associação de Moradores e Amigos de Águas Claras/DF - AMAAC, na condição de amicus curiae. Determino ao cartório proceda o cadastramento da entidade e de sua advogada, para os fins de recebimento de intimações.
ii) No ensejo de buscar a opinião especializada de intelectual independente com notório conhecimento das ciências da Arquitetura e Urbanismo, determino a expedição de ofício veiculando convite ao Professor Frederico Flósculo, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UnB - Universidade de Brasília (Departamento de Projeto, Expressão e Representação em Arquitetura e Urbanismo - Campus Darcy Ribeiro, ICC Norte), para que também atue como "amicus curiae" neste feito, de modo a compartilhar sua opinião técnica sobre os temas sob discussão.
iii) Defiro o pedido de tutela de urgência contido no item 3 da inicial, para cominar ao Distrito Federal e Terracap a obrigação de não promover parcelamento do solo ou alienação de unidades imobiliárias na área proposta, na inicial, para fins de compensação ambiental para a criação do Parque Linear, adjacente às quadras 200, área atualmente ocupada pelas linhas de transmissão de energia elétrica. Os réus deverão também zelar pela preservação da área, evitando invasões ou outras tentativas de uso privativo do solo.
iv) Defiro o pedido de tutela de urgência, para cominar ao IBRAM a obrigação de fazer, consistente nas ações necessárias à criação e implantação do Parque Central e do Parque Sul, na Região Administrativa de Águas Claras, devendo comprovar, no prazo de um ano, a realização dos atos necessários para o fim referido, sob pena de configuração de improbidade administrativa dos agentes competentes.
v) Determino a designação de audiência de conciliação, para a qual deverão ser intimadas as partes e os "amici curiae" acima referidos, ficando desde logo aberta a possibilidade de participação de outras associações de moradores, conselhos comunitários ou entidades de defesa do meio ambiente que tenham interesse direto ou reflexo na questão posta em causa, e desejem cooperar com o processo.
Intimem-se os réus, pessoalmente, para o cumprimento das obrigações de fazer e de não fazer acima cominadas.
Publique-se; ciência pessoal ao Ministério Público e ao Distrito Federal. 

Brasília - DF, segunda-feira, 25/05/2015 às 14h30.


Processo Incluído em pauta : 25/05/2015

 

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Recebemos este email de um morador de Águas Claras

"Encaminho esta foto mostrando a falta de cidadania de condutores de veículos em Águas Claras que estacionam mal seus carros, dois carros estacionados na AV Parque Águas Claras acabam por ocupar quatro vagas duas a menos para quem quer estacionar de frente ao prédio. Vagas demarcadas e uma picape e ao lado outro carro de passeio mal estacionado."
 
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DFÁguasClaras: Infelizmente não é difícil encontrar o que mostra a foto do nosso vizinho e muitas vezes quando me deparo com essa cena fica a me perguntar: 
O que leva uma pessoa a cuidar exclusivamente do seu lado como se ela estivesse sozinha no mundo?
Vivemos em um grande condomínio e precisamos zelar pela politica da boa vizinhança, aquilo que fizermos em nosso micro mundo será reflexo em nosso macro mundo.

Vamos compartilhar cidadania e boas ações!!!

 

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Recebemos via Grupo @DFÁguasClaras no WhatsApp, a ação do Detran perante carros estacionados em lugares indevidos.
"Detran agindo na rua 28 Norte! Você quer usar as vagas de deficiente ou de idosos sem a devida autorização?

Cuidado, isso pode acontecer com você."

O DFÁguasClaras divulga estas imagens no objetivo de servir de exemplo e para que as pessoas saibam que o Detran está agindo na cidade e não voltem a cometer esse tipo de infração.
Lutamos pelo bem de todos e acreditamos que se cada um fizer um pouquinho, juntos faremos muito pela nossa cidade.
Então se você ver alguma cena como está, envie para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. e nos ajude a fazer uma cidade melhor

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Confira algumas fotos do procedimento de retirada do veículo:

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A audiência pública em Águas Claras foi solicitada pela Câmara Legislativa do DF, por iniciativa do Deputado Joe Valle, apoiado pela Associação dos Moradores e Amigos de Águas Claras e pela Administração Regional de AC.
Serão, também, convidados todos os deputados distritais, Ministério Público, Secretaria de Gestão do Território, DER, DETRAN, AGFIS, Metrô, Policia Militar, Secretaria de Infraestrutura e outros envolvidos com a questão da mobilidade.

A pauta da audiência pública está estabelecida em quatro tópicos:
1- Acessibilidade
2- Transporte Público
3- Sistema Viário
4- Ciclovias

comunicado audiencia publica plano diretor

A Audiência Pública serve como uma maior interação entre população e os agentes públicos. A audiência é aberta para qualquer sugestões e boas ideias e sempre priorizando problemas com soluções paupáveis, focando em mobilidade sustentável.

Para participar, clique aqui e confirme a sua presença.

Quando: dia 13.06.2015 a partir das 09hs

Onde: Hotel S4 - Águas Claras

Endereço: Rua 36 Sul.

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A Justiça do Distrito Federal emitiu decisão provisória que suspende novos parcelamentos, alienações de terrenos e licenças ambientais para novos empreendimentos em Águas Claras. A sentença determina que o Instituto Brasília Ambiental (Ibram) elabore um "licenciamento ambiental corretivo" para reduzir o impacto do crescimento desordenado da região.

IMG 6822A Procuradoria-Geral do DF afirmou à TV Globo que vai recorrer da decisão.
A ação civil do Ministério Público do DF foi ajuizada em 11 de fevereiro deste ano. O texto afirma que a implementação de Águas Claras foi feita "de modo caótico" e que dar continuidade ao processo, "sem infraestrutura e sem os cuidados necessários em relação ao meio ambiente, seria insistir no erro".

Na decisão, o juiz da Vara de Meio Ambiente Desenvolvimento Urbano e Fundiário, Carlos Frederico Maroja de Medeiros, diz reconhecer a urgência do pedido. Segundo ele, a permissão para novas construções na região antes do licenciamento corretivo pode "afetar o bem-estar de toda a coletividade e ameaçar a preservação ambiental para as gerações futuras".

Segundo o MP, a Terracap nunca apresentou as licenças de instalação e de operação de Águas Claras, documentos obrigatórios para a expansão urbana. A licença prévia foi concedida com prazo de um ano e nunca foi renovada, diz o órgão. O G1 não conseguiu contato com a Terracap na noite desta sexta (22) para comentar o caso.

E você concorda com essa decisão? Águas Claras ainda possui espaços para serem ocupados ou devem ser?

Algumas fotos da nossa maravilhosa cidade:

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Fonte: G1

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ASSUNTO POLÊMICO
Durante a reunião que tivemos no Comando Geral da PMDF o Cel Florisvaldo César chamou a atenção para algo preocupante

comercioFomos orientados a trabalhar firmemente no sentido de coibir a invasão do comércio ambulante cada vez mais crescente em Águas Claras. 
Segundo o Cel César, as chamadas manchas do crime em muitas cidades a relação é direta com este tipo de comércio e citou Taguatinga como exemplo.
Este tema tem levantado muita polêmica quando alguém posta alguma coisa do tipo no grupo.
Sabemos que temos que separar as coisas. Uma carrocinha de cachorro quente não pode ser colocada no mesmo rol de discussão de uma tenda instalada na porta de Metrô vendendo produtos contrabandeados ou de origem duvidosa.

Sabemos que na maioria dos países desenvolvidos a prática do comercio de rua é até cultural.
O que difere o nosso caso é a total falta de fiscalização.
Alguém já pensou o que pode acontecer caso ocorra uma intoxicação em massa provocado por um alimento contaminado?
Será que o dono da carrocinha vai aparecer para se responsabilizar?

Não somos contra a existência. Somos contra o total descontrole. Atualmente qualquer um que resolver montar uma tenda ou carrocinha monta e se "estabelece" onde quiser.
O Governo precisa pensar em ordenar esta situação. Todos devem ser registrados e fiscalizados e com pontos previamente definidos.
Outra questão é a injustiça fiscal que se comete. O comércio formal é sujeito à pesada carga tributária enquanto que o informal nada paga. A população precisa entender que os salários do funcionalismo e todas outras ações governamentais, tais como programas sociais e obras, saem de recursos oriundos da cobrança de impostos.
Recentemente tivemos atrasos no pagamento da folha do DF e ainda hoje o governo fala em dificuldades. Será que ao defendermos o comercio informal não estaremos dando um tiro no próprio pé?
Reforçando: Não somos contra o comercio de rua. O que esperamos é o seu ordenamento.

Declaração da AMAAC perante esse assunto.

E você? Qual sua opinião? Sabemos que é um assunto polêmico e se deve ter tolerância a diversidade de opiniões perante ao assunto, porém, não deixe de participar! Deixe sua opinião abaixo.

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Venha participar amanhã do pedal noturno em Águas Claras!

Cansado? Estressado? Ansioso? Venha aprender a lidar com essas emoções!

Nesta matéria apresentamos o projeto ZOE que vem em franco crescimento em Águas Claras e assim tem contribuído para a melhoria da nossa cidade.

Os shows ocorrem das 17h às 19h, todas as sextas-feiras até o dia 31 de maio.

Todos os sábados e domingos do mês de maio, das 8h as 12h, no Parque de Águas Claras, acontece a Caminhada Cultural.

No último sábado (16) foi realizado, no Areal, o evento Dia de Lazer, promovido pela Administração Regional, com o apoio de vários órgãos do Governo do DF.

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